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terça-feira, 1 de setembro de 2009

E QUANDO EXISTE UMA MÁ RELAÇÃO TREINADOR-JOGADOR

No futebol, tal como em qualquer outra modalidade ou emprego em que existe relações interpessoais existe sempre o risco de nem sempre existir cordialidade entre as pessoas.
Falando do futebol existe diversos casos de incompatibilidades treinadores-jogadores, lembro Sá Pinto-Artur Jorge, Koeman-Quim, Rochemback-José Peseiro, Vitor Paneira-Artur Jorge e mais recentemente Veloso-Paulo Bento, Vukcevic-Paulo Bento, Vitor Baia-Mourinho, Stoijkovic-Paulo Bento,entre outros casos.
São diversos os factores que podem levar a uma má relação treinador-jogador, o facto de o jogador não jogar, declarações na imprensa, uma situação isolada num treino que não fica resolvida falta de aplicação nos treinos continuamente e em alguns casos, mas raros poderão ser motivos pessoais mas os principais tem a ver com a relação treinador-jogador.
Considero que o exemplo terá ter que ser dado pelo líder, neste caso o treinador, nestes conflitos terá que ser coerente, profissional e sobretudo justo para com todos, essa má relação nunca poderá prejudicar o grupo de trabalho e a convivência entre treinador-jogador terá que existir embora de forma profissional e ambos terão que cumprir com as obrigações de cada um.
Nem sempre isso é possível, e quando se verifica situações que podem por em causa a boa organização do grupo o jogador pode ser dispensado ou passa a trabalhar a parte.
Considero na base de uma boa relação terá que estar o respeito que cada um terá que ter ás obrigações laborais do outro, começa ai a base do entendimento.
Paulo Bento tem sido quanto a mim um exemplo de gerir conflitos, tem tido muitos, Liedson, Polga, Veloso, Stoijkovic, Vukcevic, todos de carácter técnico, e sempre os tem resolvido em prol do grupo e o exemplo é a recuperação de Veloso e Vukcevic.

12 comentários:

Carlos Alberto disse...

Como referes tambem existe mas relações entre treinadores e jogadores e nem sempre e possivel a convivencia sã!
Estes problemas aconteem sobretudo ao nivel tecnico, quando os treinadores sao exigentes e repreendem os jogadors e eles não gostam!
Apesar dos problemas tem que ser profissionais, são para isso que são pagos!

Anónimo disse...

Boa tarde a todos, gostaria que me imformassem se as brotas sempre vai ter equipa. e quem é o treinador.

Luis Manuel disse...

Sem duvidas joão, como qualquer profissão tambem na relaçao treinador-jogador acontece coisas menos agradaveis, como disses-te as maiores causas são as tecnicas e existem jogadores que diariamente nao se aplicam o que leva os treinadores a ficar fulos com eles e a relaçao começa a azedar! acima de tudo tem que existir profissionalismo.
abraço

Paulo Morais disse...

Para mim há uma questão que é fundamental, o colectivo.
Tudo o que interfira no resultado dos objectivos é mau.
Por vezes a culpa também é dos treinadores que são teimosos e fazem as suas birras, mas é importante tentar perceber a importância do jogador no plantel e de que forma ajuda a atingir o objectivo do clube. É importante contornar as confusões entre treinador e jogador em prol do clube e devemos ao máximo manter essas situações dentro do balneário, o que raramente acontece.

Anónimo disse...

Nem sempre é facil a relaçao de treinador-jogador.
Veja-se a noticia de hoje onde Ribery diz que não simpatizou com Van Gaal, que toda a gente sabe que é um disciplinador, a verdade é que os jogadores tamvbem estão habituados a andar nas palminhas das maos!

Anónimo disse...

Olha joão como ja foi dito acho que o importante é separar as aguas e ser-se profissional, o clube nunca pode ficar prejudicado por essas relações mas que elas acontecem, acontecem! e falo por experiencia propria pelo que me aconteceu num clube onde o treinador foi na conversa e tem determinado grupo por ele

Carlos Guerreiro disse...

Relembro o que se passou com Paulo Bento quando pegou no Sporting.
Entrou em 9º lugar.No meio de lesões e castigos, Liedson e Polga chegaram atrasados das férias de Natal (comum há uns anos nos jogadores estrangeiros), e o Paulo, chegado da equipa de Juniores, não os convocou, lançou 2 juniores, um tal de Tomané (actualmente penso que no Tourizense) e outro que não me recordo. Empatou o jogo mas ganhou uma equipa. Fechou o campeonato em 2º, e desde aí nunca mais existiram atrasos. E estamos a falar de 2 super titulares da equipa da altura, finalista da Uefa na época anterior. Concordo contigo João. Ao contrario do que se diz, que é conflituoso, para mim é um exemplo de gestão. Todos sabemos que Stoijkov agrediu o tecnico de GR do Sporting, que Vuk andava mal aconselhado, que Veloso falava através do pai e do "empresário dos russos", que sabemos vive das polémicas, a agora aí estão eles, sãos e mais fortes. E que dizer do Rochemback, que veio como grande reforço e já lá vai? Pronto assumo, sou do Sporting :)
Abraço
Carlos Guerreiro

Dinis Vital disse...

Carlos ser de qualquer que seja o clube, o importante é sermos profissionais e o teu pensamento revela isso tal como os comentários anteriores, mas depois sabemos e quem vive no futebol as pressoes que existem quer de empresarios, quer de pais, quer de imprensa e ai sem duvida Paulo Bento tem estado exemplar!
abraço a todos e boas epocas desportivas.

Anónimo disse...

Gostaria de colocar uma questão ao joão. E quando o jogador se esforça, cumpre com os seus dever de atleta, e o treinador por imbirrância ou por não se dar bem com ele nunca o mete a jogar e prefere meter outros jogadores que embora não se esforcem e muitas vezes nem vão aos treinos jogam so por se dar bem com o treinador?! Procura-se outro clube? Agradecia a resposta

Joao Prates disse...

Boas..
Bem...se for assim realmente como dizes essa será a melhor solução e esses casos tambem acontecem embora mais a nivel distrital onde o factor amizade as vezes acaba por ser mais importante que o factor equipa, se a situação for tu e o teu colega trabalharem no maximo, não faltarem a treinos e a opção recair sobre ele, ai será uma opção tecnica do treinador e cate a ti compreenderes a opção, agora nessa situação..quem falta a treinos nunca poderá sequer descutir o lugar com quem vai treinar mesmo que esse que vá treinar tenha menos valor, é uma questão de respeito pelos colegas e pela equipa.

Anónimo disse...

Obrigado pela resposta joão

Diogo de Melo disse...

Bom tema...Continuo a dizer que os treinadores devem considerar a sua equipa como um empresa e como uma tropa militar...nestes dois casos a socialização tem um papel importantíssimo e em ambos leva a extremos! Em casos de desavenças com atletas, os treinadores que não tem desde inicio o respeito desse atletas, deve utilizar os outros atletas para contornar a situação...para saberem mais disto lê livros de gestão de recursos humanos! E lembra-te que um plutão não nunca deixa um soldado para trás, mas um soldado nunca faz atrasar um plutão!:)